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IA sabe tudo. Tudo mesmo? Lady Iaiá é uma IA expert no mercado jurídico. Ela diz como advogados podem ficar ricos. Você concorda?

A DNA News tem uma nova seção: Pergunta para Lady Iaiá. Na edição de estreia, nossa IA expert no mercado jurídico aponta o caminho mais rápido para um advogado enriquecer

15 de Setembro 17h54

Em vez de pedir para você assinar nossa newsletter, aqui na Análise preferimos provar por que merecemos seu tempo. Na DNA News desta semana, temos uma seção nova apontando o caminho mais rápido para um advogado enriquecer, como o ex-maior escritório do Brasil perdeu o comando em meio a três investigações da PF, três entrevistas exclusivas e como a maior fusão da história da advocacia redefine o topo do mercado jurídico global.

Se você perdeu esta edição, tudo bem! Reunimos o conteúdo abaixo para você. Mas, para não perder as próximas, é melhor clicar aqui e assinar.

Lady Iaiá responde: qual é o caminho mais rápido para ficar rico na advocacia?

Nossa newsletter está sempre cheia de novidades. A novidade desta semana é a estreia da seção "Pergunta para Lady Iaiá", onde a redação submete uma pergunta a uma IA especializada no mercado jurídico. Na edição de estreia, a DNA News perguntou a Lady Iaiá qual é a rota mais rápida para um advogado enriquecer. 

A resposta? Trocar a cobrança por hora por uma fatia de equity ou participação em algo que se valoriza, seja como sócio-fundador de um negócio em troca de trabalho jurídico estratégico, seja assumindo casos de contingência de altíssimo valor em troca de percentual do resultado. Segundo a IA, o ganho maior vem de eventos de valorização pontuais, não do acúmulo de honorários ao longo dos anos, e o preço dessa velocidade é o risco: equity pode virar pó, e caso de contingência pode ser perdido.

Precisamos falar sobre Nelson Wilians

Ele dirigia o maior escritório de advocacia do Brasil até ser abatido em três investigações da Polícia Federal. O ocaso do mais famoso e espalhafatoso advogado brasileiro diz muito sobre a própria advocacia.

Ser o maior não é ponto de chegada

Às vésperas de seu escritório completar 90 anos, Urbano Vitalino Neto fala sobre a transformação de uma banca familiar em uma das maiores organizações jurídicas do país e os próximos passos para torná-la ainda mais forte, especializada e preparada para o futuro.

"Na remuneração por êxito, há um conflito de interesses entre o advogado e seu cliente"

Para o tributarista Thiago Taborda Simões, fundador do TSA Advogados, o mercado de recuperação de créditos tributários foi invadido por aventureiros, e os ganhos dos advogados costumam ser proporcionais aos riscos assumidos pelos clientes. Ele fala das mazelas do setor, explica por que preferiu trocar clientes grandes por empresas menores e do sonho de ser um rock star.

Quando o advogado vira o CEO

Nessa entrevista, o advogado Fabiano Silva Santos conta a experiência de dirigir os Correios, entre pressões políticas, queda de receita e uma forte competição internacional. Ele fala sobre como o diploma de Direito ajuda e em que deixou a desejar.

Califórnia aprova as primeiras regras dos EUA para uso de IA por advogados

O que aconteceu

  • O Legislativo da Califórnia aprovou por unanimidade, no fim de agosto, o primeiro conjunto de regras dos Estados Unidos sobre uso de inteligência artificial generativa por advogados. O texto aguarda a sanção do governador do estado.
  • O projeto proíbe delegar a prática jurídica a sistemas de IA generativa.
  • Veda a inserção de informação confidencial ou pessoal em plataformas abertas.
  • Obriga o advogado que assina a peça a ler e verificar pessoalmente todas as citações e fontes, tenham sido produzidas por IA ou não.
  • Exige que o uso de IA na produção do documento seja informado ao juízo.
  • Sujeita árbitros a regras equivalentes e determina que o órgão de administração da Justiça estadual revise os padrões de uso de IA por magistrados.

Por que isso é importante no Brasil

  • Escritórios corporativos brasileiros usam as mesmas ferramentas globais de IA generativa.
  • Atendem clientes multinacionais que tendem a cobrar de todos os seus fornecedores jurídicos o padrão mais rígido vigente na rede, em qualquer país onde o serviço seja prestado.
  • A regulação brasileira seguiu por outro caminho. O CNJ regulamentou em 2025 o uso de IA dentro do Poder Judiciário, e as comissões de inovação da OAB discutem diretrizes éticas e governança de dados.
  • Não existe até aqui regra processual brasileira que imponha ao advogado signatário o dever de verificação pessoal de cada citação, nos moldes do que a Califórnia está prestes a colocar em lei.

Saiba mais: Resolução CNJ 615/2025

Fonte: Farella Braun + Martel, "California’s SB 574".

Megafusão global redefine o topo do mercado jurídico corporativo

O que aconteceu

  • Hogan Lovells e Cadwalader, Wickersham & Taft concluíram a maior fusão da história da advocacia, aprovada por votação unânime dos sócios das duas bancas.
  • A operação uniu a firma mais antiga de Wall Street, com mais de 230 anos de atividade, à estrutura global da Hogan Lovells.
  • A Hogan Lovells Cadwalader entrou em operação em 1º de julho, com cerca de 3.200 advogados e receita combinada de US$ 3,9 bilhões, calculada sobre o desempenho de 2025.
  • Estreia entre os cinco maiores escritórios do mundo por faturamento.

Por que isso é importante no Brasil

  • A escala define o porte do concorrente que disputa mandatos transnacionais de clientes brasileiros.
  • Fixa também o patamar de investimento em tecnologia, compliance e estrutura que separa bancas globais de bancas nacionais.

E uma curiosidade

A receita da nova firma equivale a cerca de R$ 21 bilhões por ano, mais de dez vezes o faturamento do maior escritório brasileiro, estimado em torno de R$ 2 bilhões.

Fonte: PR Newswire, "Largest Law Firm Merger in History Approved".

SE VOCÊ PERDEU…

Mercado em Movimento

A semana de 07 a 11 de setembro teve entradas de sócios no TozziniFreire, no FAS Advogados e no Mattos Filho, seis promoções a sócio no Negrão Ferrari Advogados, e mudanças de comando na Emergent Cold LatAm, na NeoOrtho e na Bradesco Consórcios.

Prêmio Análise DNA+Fenalaw 2026

A lista dos cases reconhecidos na edição 2026 do Prêmio Análise DNA+Fenalaw já está disponível. Entraram nela os cases que passaram de 7,00 na avaliação, entre todos os inscritos. A classificação, dividida entre ouro, prata ou bronze, fica guardada até a cerimônia, marcada para 28 de outubro, às 18h, na Sala PME da Fenalaw.

Foram inscritos 971 cases nas áreas de Diversidade e Inclusão, Gestão, IA nos departamentos jurídicos, IA nos escritórios, Legal Ops nos departamentos jurídicos, Marketing, Protagonista e Tecnologia. Entre os selecionados, estão 203 escritórios de 49 cidades diferentes. O prêmio também contempla 93 departamentos jurídicos, distribuídos por 28 cidades.

Quem foi reconhecido pode adquirir o certificado até 30 de setembro, e com ele vêm o direito de uso do selo oficial da premiação e a subida ao palco na entrega. A compra é opcional e não mexe no resultado da avaliação. Confira se seu case foi premiado e adquira seu certificado.

Acesse a lista completa.

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